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A megatendência Experience More indica que os consumidores gastam cada vez mais em experiências em demérito dos bens materiais, o que representa um enorme potencial para marcas que oferecem experiências de valor agregado. É um fenômeno verdadeiramente global, permeável entre todos os setores, produtos e serviços. Os gastos do consumidor com experiências devem aumentar de USD 5,8 trilhões em 2016 para USD 8,0 trilhões em 2030, tendo em vista serviços de lazer, recreação, viagens e alimentação como proxy. Nas regiões emergentes, por exemplo, os consumidores gastam hoje cerca de 10% de sua renda em experiências.

De acordo com a pesquisa Global Consumer Survey 2017 da Euromonitor, 37% dos latino-americanos indicaram que pretendem aumentar os gastos com viagens de lazer e férias em 2018. Esta é a maior taxa de resposta em todas as regiões e está também acima da taxa de resposta global de 29%. Além disso, viagens e férias são a atividade em que os consumidores da América Latina mostram maior probabilidade de aumentar seus gastos.

Fonte: Global Consumer Survey 2017, Euromonitor International

 

Criando experiências locais únicas para os viajantes

Há um movimento experiencial crescente embalado pela percepção dos consumidores de que as experiências os tornam felizes – o que os coloca, portanto, em busca delas. Empresas como o Airbnb, que trabalham com o apelo de autenticidade, tiveram um bom desempenho, formando com seus usuários uma comunidade baseada em interesses compartilhados.

O modelo de negócios do Airbnb é intrinsecamente entrelaçado com a busca pelo real e autêntico, já que o mote da empresa surgiu na onda de viajantes que queriam “viver como um morador local” em vez de ficar em hotéis tradicionais. O Airbnb é a marca arquetípica da economia compartilhada, colocando o fator social e humano na frente e no centro de sua oferta de serviços. Ao procurar associar sua marca a um estilo de vida, o Airbnb fomenta uma relação de confiança e lealdade com seus usuários.

No saldo final, o que importa para as marcas a partir de agora é identificar o que está conduzindo o novo comportamento de quem busca fazer uma viagem. O hábito de priorizar experiências em vez de coisas materiais e uma maior inclinação para aquelas marcas com as quais o consumidor sinta que consegue se engajar – no sentido de ter uma experiência “não-commoditizada”, mas vista como autêntica e customizada, como a de um local – são questões chave que os players da indústria de turismo devem ter em mente  ao longo dos próximos anos.

 

Para saber mais, baixe o relatório da Euromonitor International apresentado no WTM Latin America 2018: http://go.euromonitor.com/event-2018-world-travel-market-latam.html

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